terça-feira, 27 de setembro de 2011

Congresso de Jornais Populares, em Cartagena

Congreso de periódicos populares


Foto publicada no jornal El Universal, do 5º Encontro de Jornais Populares, em Cartagena. Na foto, Claudio Thomas, editor-chefe do Diário Gaúcho, eu e Yolima Ortiz, diretora comercial do Grupo Latino de Publicidad (GLP), que só conheci na hora da foto. O link das palestras é  http://www.institutodeprensa.com/v2/seminario_detalle_archivo.asp?id_seminario=122

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Contrastes


A capa de hoje de A TARDE mostra contraste interessante sobre o que nos dá orgulho e nos envergonha. A escolha das fotos, dos títulos, das palavaras. Tudo pensado para ser simétrico. Trabalho de equipe que arrancou elogio de designer com atuação em vários países (ver midiamundo.com de 31 de agosto). A edição mereceu nota 10 do blogueiro Eduardo Tessler. Este trabalho foi realizado depois das 21 horas por mim, os designers Axel Augusto e Vado Alves e o editor de fotografia Carlos Casaes.

Dos diversos elogios que recebemos dos leitores, escolhi um que me emocionou. Foi de Ana Behibak. Eis o que ela escreveu: "Mensagem: Gostaria de parabenizar o Jornal A Tarde ao tempo em que externo a minha satisfação ao ver a capa de hoje, 31 de agosto, fazendo o justo contraponto entre o Brasil da Fabiana Murer, o Brasil do Orgulho, a nação de cabeça erguida e aplaudindo de pé, e o Brasil da deputada Jaqueline Roriz, o país da vergonha, da corrupção e do império da impunidade e da falta de ética, de atitudes covardes, a nação de cabeça baixa, o Brasil rebaixado e profundamente envergonhado diante do mundo. Gostaria de dizer, que esta capa de A Tarde logrou trazer-me algo de alento, me senti representada nos meus sentimentos, a capa disse tudo o que está embargando a garganta de milhares de brasileiros, que como eu, vive à duras penas mas garante o sustento dignamente com o suor do próprio rosto, e que consegue colocar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilamente à noite, com a consciencia e as mãos limpas, só posso dizer MUITO OBRIGADA. Senti orgulho de ver a coragem de um jornalismo sério e sem amarras, comprometidos com a verdade, acima de tudo. Parabéns!"

A única critica que tivemos veio de um ex-funcionário de A TARDE, Vitor Pamplona:  "Meu protesto: Fabiana Murer não merecia esta comparação. O caso Jaqueline Roriz não representa um campeonato mundial de corrupção. Por essa dimensão equivocada, editorialmente, a capa é um desastre".

Não concordo, mas respeito toda e qualquer opinião.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Dilma lá. E nós aqui

De volta à Varanda. Essa página ganhou um dos prêmios de excelência em designer da SND (Society for News Design), que foi concedido hoje. Interessante é que ela foi planejada por mim e pela editoria de Arte de A TARDE para sair no 1º turno. Veio o segundo turno, a vitória de Dilma e pudemos recuperar a ideia, que foi brilhantemente executada e aperfeiçoada pela secretária de redação Mariana Carneiro e pela equipe da Arte, formada por Pierre Themotheo - editor-coordenador da Arte,  Iansã Negrão - editora de Arte, Gil Maciel - editor de infografia, e Axel Augusto Hegouet - supervisor de Arte . Hoje, quando Iansã me deu a notícia da premiação, fiquei surpreso, pois já não me lembrava mais dessa capa.
Ah, vale lembrar que está foi apenas uma das três páginas de A TARDE, agraciadas na apreciação da SND. Para ver as outras: http://migre.me/3UiJp e http://migre.me/3UiIy .

domingo, 17 de outubro de 2010

A criança nasceu

Depois de 10 meses de trabalhos e pesquisas que envolveram 300 pessoas e 14 departamentos do grupo A TARDE, saiu a primeira edição do Massa!. Produto desenvolvido em parceria com a consultoria Cases i Associats é voltado para um mercado potencial de 1 milhão de novos leitores das classes C e D.

A equipe do Massa! é formada por Ricardo Mendes (editor executivo), eu, Ana Carolina Diniz (editora adjunta), Vado Alves e Pierre Themotheo (editores de arte). Marlene Lopes (editora de geral), Edmílson Ferreira (editora de esportes) e Izabela Machado (editora de bem viver e diversão).Os subs são: Ana Paula Ramos, Fernando Poffo e Ellen Alaver. Os repórteres são Beatriz Garcia, João Eça, Euzeni Daltro, Rodrigo Meneses, Rafael Thiago Nunes e Brenda Ramos. Os diagramadores são Moisés Souza Júnior, Genílson Lima Santos e David Matheus. Ilustradora: Lorena Moraes. Fotógrafos: Vaner Casaes e Lunaé Parracho.

O site do Massa! é jornalmassa.com.br.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

24 horas depois

 
A TARDE e Correio Braziliense têm capas semelhantes. Só que a do Correio foi feita 24 horas depois.

As melhores capas do day after das eleições

 
A melhor capa do dia seguinte das eleições é a do Estadão. Reproduz o clima em que Dilma e Serra entram no segundo turno. Muito boa as fotos. O Diário de Pernambuco tem uma solução gráfica interessante, mas fica só na perspectiva de Dilma. O Povo também se destaca com a saída de cena de um "coronel" com ares de modernidade.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A capa de A TARDE

Ao ser convocado para a fechar a capa de A TARDE para as eleições na segunda-feira passada (estou fora da edição há dois meses, desenvolvendo um projeto para o Grupo), comecei a pesquisar as capas dos jornais americanos na última eleição presidencial. Trabalhava com duas possibilidades: a eleição de Dilma no primeiro turno e a prorrogação da disputa, que era o plano B. Se Dilma ganhasse, ela teria algo em comum com Obama, os dois seriam os primeiros presidentes - um negro, uma mulher.

As duas páginas tinham uma única coisa em comum: com a reeleição praticamente certa de Jaques Wagner, o que tiraria o aspecto de novidade. Optei por tratar da questão regional num fólio. A decisão de estar acima ou abaixo do logotipo ficou com a editora de Arte, Iansã Negrão. Optou por ser acima por ser uma capa temática, o que tiraria a obrigatoriedade de mantermos o projeto editorial de colocarmos acima do título, temas como tecnologia, educação e outros, que costuma ser mais pedidos pelo público do jornal.

Não tinha dúvida de que as eleições presidenciais, mesmo nos jornais regionais,  influem diretamente na vida dos eleitores de qualquer estado. Há uma visão equivocada de que para ser regional você tem que ser paroquiano - tinha gente no jornal que defendia que a principal matéria deveria ser sobre a escolha de dois senadores ligados ao PT, algo que até era um bom assunto, mas num segundo plano. Minha argumentação é simples: um jornal regional precisa de contextualização local, seja qual for o tema. Sem dúvida alguma, estava claro que a disputa presidencial seria a manchete.

Com o resultado e o segundo turno sacramentado, melhora ainda. Melhora ainda jogar a cobertura para frente, dando números, mas não fazendo deles o principal elemento da página.

No final da tarde de ontem, a primeira dúvida: usar fotos ou as charges de Simanca, com Serra muito parecido com o dono da usina nuclear do seriado Simpson e Dilma com peitos em sen tidos diferentes. Podia parecer provocação. No entanto, após mostrar a página para vários editores, ninguém teve a impressão de que estaríamos esculhambando os personagens. Além disso, as fotos eram óbvias demais.
Resolvido o problema do nível principal, faltava o rodapé.

As comuns listas dos mais votados, balanços e o campeão Tiririca foram fáceis de resolver. O detalhe final ficou pela escolha da foto de Lula e a chamada sobre ele, praticamente ignorado nas primeiras páginas dos jornais brasileiros. Era preciso mostrar e representar o que ele estaria sentindo diante da mudança que se processava nas hostes do PT: a vitória certa se transformara num jogo muito mais disputado. Pronto. É o que foi para rua e vocês podem ver na imagem que abre o texto.

O trabalho também tem a assinatura valiosa da designer Ludmila Cunha e é fruto do que foi apurado por uma centena de jornalistas.

Deu no NYT

Chamada das eleições brasileiras no New York Time e nota de rodapé

Capas eleitorais

 Jornais populares dão um show de bola nas suas capas. Para mim, as melhores capas sobre as eleições foram de O Dia e do Notícia Agora (ES).



quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Não é para ter raiva?

Nos anos 80 não havia um estudante de jornalismo, com tendência para o impresso, que não desejasse trabalhar no Jornal do Brasil. Concretizei esse sonho em maio de 1985, quando Dácio Malta, editor de Cidade, aceitou-me em sua equipe. Minha primeira missão consistia em fazer rondas pelas delegacias cariocas, registrando estelionatos, assaltos e assassinatos. O resultado da apuração era publicado diariamente com o propósito de mostrar que os índices de violência, na metade do primeiro governo Leonel Brizola, cresciam absurdamente. O trabalho inicial não era a melhor coisa do mundo, mas conviver numa redação com muitos dos principais jornalistas do país era o máximo.


No dia 31 de agosto de 2010 quando o jornal deixou de circular no formato impresso e migrou para a versão digital me senti distante dos colegas saudosistas que participaram do Dia do Afeto ao JB, no centro do Rio, ou daqueles que criaram blogs nostálgicos. O que senti foi raiva. Raiva da família Brito e de Nelson Tanure, o empresário baiano que comprou o direito de explorar a marca de jornal mais importante dos últimos 119 anos. Também me ocorreu uma pergunta. Por que nenhum dos responsáveis por afogar o jornal em dívidas fiscais e trabalhistas foi punido?

Lendo o blog de Jorge Antônio Barros, subeditor de Cidade de O Globo e meu contemporâneo na pomposa redação da Avenida Brasil, 500, encontrei números aterradores. Ele escreve que “não foi surpresa quando, em 1995, o Banco Nacional quebrou, e ninguém noticiou que o JB, só a esta instituição devia cerca de 50 milhões de dólares (...). Pouco depois, quebraria o Banco Econômico, e de novo lá estava o JB na lista dos maiores devedores, algo em torno de 10 milhões de dólares”.

Jorge acrescenta:“na virada dos anos 80 para os anos 90 afloraram as grandes crises financeiras no JB, os primeiros atrasos no pagamento de salários. Os bancos, que antes premiavam erros administrativos da empresa mediante sucessivos empréstimos, fecharam a porta para a família Brito. A circulação começou a cair vertiginosamente”.

Voltando ao dia 1º de maio de 1985, quando peguei minha carteira de trabalho assinada como “repórter III” lembro-me que estava radiante de felicidade. Afinal, passaria a conviver numa redação com jornalistas como José Gonçalves Fontes, chefe de reportagem que nos anos 60 se transformara em verbete da enciclopédia Delta-Larousse por denunciar fraude nas eleições da Guanabara e, a partir de então, acumulara prêmios como o Esso e o Maria Moors Cabot, conferido pela Universidade de Columbia. Nesta época, só a editoria de Cidade tinha 70 jornalistas, incluindo seis copidesques rigorosos que transformavam textos em obras-primas, com a paciência de explicar as mudanças para os mais jovens. O mesmo valia para o melhor pauteiro do país, Luciano de Moraes, que me ensinou a função.

A convivência com essa turma me transformou num jornalista obcecado pela apuração e pouco afeito a elogios. Fontes não cansava decontar como era difícil assinar uma matéria quando ele era repórter, pois o JB exigia texto perfeito, criatividade, boa apuração e relevância para dar ao jornalista o direito de colocar o nome nas páginas mais respeitadas da imprensa brasileira. Quem assinava matéria pagava uma chopada.

Saí do JB em setembro de 1987 para trabalhar em O Dia. Voltei pouco mais de 12 anos depois em fevereiro de 2000. Não encontrei mais a frota de Opalas Comodoros da mais cara empresa de táxi especiais do Rio, que durante um período serviu ao jornal – um exemplo dos muitos desperdícios e contratos questionáveis. Lembro que a largura dos veículos até então exclusivos dos aeroportos era maior do que as vielas das favelas, onde fazíamos matérias sobre o avanço do poderio do tráfico.

Da antiga geração, restavam poucos, a maioria já havia se transferido para O Globo. As equipes eram inexperientes e o prédio cheirava a esgoto, pois a tubulação não tinha manutenção. Salários atrasavam e os telefones chegaram a ser cortados. As greves de apoio aos colegas de outros jornais, realizadas em décadas anteriores, viraram protestos pelo básico: pagamento em dia e depósito do Fundo de Garantia. Fui demitido por fazer parte do comitê que fazia as reivindicações no mesmo dia em que saiu Marcos de Castro, redator que por seus conhecimentos participou da elaboração do Dicionário Aurélio. De lá para cá, a redação mingou. Tanure, ao contrário do prometido, investiu pouco e mal. Enterrou o jornal de papel e ainda faz marketing que investe no futuro, pagando pouco a meia-dúzia de profissionais terceirizados.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Exploração das praias


A questão da orla de Salvador, onde as barracas de praias estão sendo construídas, me fez lembrar das praias no Sul da Itália, onde muitas delas são exploradas por hotéis e restaurantes. Para entrar em áreas com espeguiçadeiras, sombreiros, seguranças e salva-vidas paga-se entre 8 euros (R$ 18,40) e 18 euros (R$ 41,40).

Existem espaços públicos - faixas entre 20 e 40 metros de extensão - , ao lado dos privados. Também impressiona que nos trechos públicos apareçam placas de riscs, de falta de guarda-vida.


A exploração desses espaços é muito antiga. Fiz a foto de uma placa que mostra que ocorre desde 1915.

De qualquer forma, apesar da infraestrutura, acho que tanto em Salvador, quanto na Ilha de Capri, Sorrento e Positano é necessário permitir que os banhistas tenham direito de usufruir mais e que privatização tem limites.
 As fotos de cima para baixo: 1) Área privada na Ilha de Capri. 2) Área pública em Capri.3) Área pública entre as áreas privadas em Sorrento. 4) Os preços das áreas de banho em Sorrento. 5) Início da exploração do local. 6) Capri e suas praias privadas.





quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Pompéia, Vesúvio e o Museu Arqueológico

O que mais me impressionou na visita à Itália foi Pompéia e os objetos que foram encontrados lá e estão em exposição no Museu Arqueológico Nacional de Nápoles, instalado em um prédio de 1615. A visita a eles e ao Vesúvio se complementam. Quem não vai a um deles perde a dimensão da grandeza dos seres humanos daquela época e da grande tragédia que se abateu sobre a região.

O material é fenomenal. Engloba os diferentes estilos de pintura existentes antes de Cristo; trabalhos lindíssimos de vidro, cuja técnica foi desenvovida no século 1 D.C; instrumentos cirurgicos e muito, muito mais. Fiquei fascinado.

Impressionou-me como o homem conseguiu desenvolver tudo isso com parcos recursos. Orgulhei-me da nossa espécie.

Vi que há muita coisa para se estudar e que aprendemos muito pouco. Eu, por exemplo, desconhecia as diferentes escolas de pintura dessa época. Nenhum professor falou sobre isso. Tive vontade de largar o jornalismo - cada dia mais burocrático - para pesquisar sobre essa área.

O acervo inclui uma máquina de desenrolar papiros, pois poucos milhares foram preservados pelas cinzas, após a erupção do Vesúvio, no ano 79. O equipamento ajudou a esclarecer muitos detalhes da vida naquela época.

Tudo isso é apenas uma das coleções existentes no Museu, que possui ainda a  Coleção Egípcia (composta de coleções privadas e que inclui peças de Pompéia e outras cidades da região de Campanha), as Epígrafes (com importantes inscrições gregas, etruscas e latinas), o Gabinete Secreto (inicialmente gabinete de objetos obscenos, que estava fechado), os Mosaicos (seção formada por fragmentos de decoração de pisos e paredes de Herculano, Pompéia e Stabiae, com emblemas, cenas e figuras de inspiração grega), além de exposições avulsas.

As fotos acima são de Pompéia. Ao lado e abaixo imagens da boca do Vesúvio, do início de minha escalada, do Museu Arqueológico de Nápoles, de um dosquadros e da máquina de desenrolar papiros.




























quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Um pedaço de Nápoles

A Via Tribunali é um manancial de sabores. Nela, concentram-se algumas das pizzarias e pâtisseries mais famosas da Itália. Pela estreita rua, que é a principal ligação leste-oeste do centro histórico de Nápoles, onde os pedestres disputam espaço entre vespas e carros que não obedecem a sinalização (não existe veículo que trafegue pela região que não tenha parte da carroceria amassada) é impossível resistir às tentações gastronômicas.

Com uma fachada acanhada, a Antica Pizzeria e Friggitoria Di Matteo, fundada em 1936 (Via Tribunali, 94), esconde dois salões onde se pode degustar pizzas de diversos sabores, que custam entre 3 (R$ 6,90) e 8 euros (R$ 18,40), e frituras, cujo paladar justifica o abandono temporário de dietas e preocupações com o corpo.

Dentre os diversos tipos de alimentos fritos, recomenda-se os panzarottis (massa frita recheada com mussarela), melanzanes (farinha de trigo e berinjela fritas), e , principalmente, o arancini (bolinho de arroz originado na Sicília, preparado com molho de tomate e recheado com carne, mussarela e ervilha). Os preços são convidativos: variam de 20 centavos (R$ 0,46) a 1 euro (R$ 2,30).

Di Matteo ostenta em suas paredes fotos do ex-presidente americano Bill Clinton, que esteve em Nápolis, em 1994, para uma reunião entre chefes de estado e quis experimentar uma pizza “verdadeira”. Também venera Diego Maradona, o ex-craque argentino que tantas alegrias deu para o time azul e branco da cidade, e mantém uma cabeça de louça do ex-jogador numa prateleira.

Um pouco mais adiante, para quem ainda tem espaço na barriga, aconselha-se um pitstop na Patisserie S.Capparelli, onde é possível comer tortelletes de limão (2 euros – R$ 4,60) e doces de frutas vermelhas, pistache, café. Não esqueça, porém, de experimentar o babà, que teria surgido na Polônia, mas que conquistou o mundo a partir de Nápoles e transformou-se em adjetivo para uma pessoa meiga.

Feito com gruma (farinha de trigo), esse pãozinho tem o poder de absorver bem o rum que é derramado sobre ele e que nos deixa com vontade de comer bem mais do que um. O preço é convidativo 80 centavos de euro (R$1,84) o pequeno e 1 euro (R$2,30), o grande.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Capas sobre a Copa

  Jornais de Santa Catarina e Rio Grande do Sul dão um show de bola nas edições de hoje