GJOL em casa nova
Há 13 anos
Jornalismo. Textos. Contos. Pessoais.
Maria Guimarães Sampaio, escritora tardia e fotógrafa, muito ligada à família Veloso, morreu quarta-feira, aos 62 anos, de câncer de mama. Ao fazer mudanças na página que estava editada sobre o assunto, conheci alguns detalhes da vida de Maria, cujas fotos estão em capas de discos de Caetano e Bethânia, assim como o seus livros - Estrela de Ana Brasila, Rosália Roseiral e Continhos para cão dormir I e II – e blog ( http://continhosparacaodormir.blogspot.com/ ), que originou os dois últimos livretos.
Pesquisa feita por Maurício Villela, chefe do arquivo de A TARDE, mostra que o jornal em 1934 já fazia promoções e sorteios para turbinar suas vendas. E que a modalidade "à imitação do que praticam os jornaes da Europa e da América" não surgiu com os populares no Brasil. O jornal também não tinha vergonha de anunciar a promoção na primeira página. Surpreende ver que o modelo da época se aproxima ao que é feito hoje, inclusive com a proposta de fazer os leitores juntarem cupons para fidelizá-los. A diferença é que o jornal comprava um terreno e mandava os engenheiros da firma Manso, Cabra & Cia, que funcionava no mesmo prédio da sede de A TARDE, contruir a residência. O prêmio ofertado em 1934 (e pelo menos até 1937) era uma casa própria. O texto de divulgação é saboroso. Transcrevo um trecho:
Leia abaixo a crítica que fiz para o livro "Os 11 maiores camisas 10 do futebol brasileiro", a pedido da editora do caderno 2 de A TARDE, Patrícia Moreira.
Em fevereiro de 2009, 101 jornais estavam cadastrados no IVC. Doze meses depois, temos 93. O que aconteceu? Cinco jornais da rede Bom Dia (Sorocaba, São José do Rio Preto, Jundiaí, Bauru e Fernandópolis - Marília ainda não existia) deixaram de divulgar suas vendagens individuais. Outros quatro se desfiliaram ou não mandaram os dados a tempo de ser incluído no ranking do mês.

Esta página fechou a cobertura de A TARDE na terça-feira de Carnaval. Ela foi idealizada por mim e executada pelo repórter Juracy dos Anjos, a fotógrafa Manuela Cavadas, o pessoal da editoria de Arte (Filipe Cartaxo, Iansã Negrão) e designer Vado Alves.
Inúmeros jornais e sites do Brasil e do mundo publicaram entre terça e quarta-feira suposta foto do terremoto do Haiti. Ela foi distribuída por pelo menos duas agências - EFE e AFP (France-Presse). Na verdade, a foto que ganhou a capa de várias publicações, incluindo A TARDE, e destaque em sites como o do Daily News e Washington Post era falsa. Tratava-se de uma imagem do sismo ocorrido na China, em 2008.
Valmar Hupsel Filho